Ontem o dia foi brindado com meia tarte virada para o fundo do forno com estratégias de malabarismo que desconhecia que tinha, seguida de um corte no dedo a fazer salada... e ainda consegui virar aquela tampinha que se coloca no ralo e conde se acumulam os restos de comida para cima de mim, enquanto tentava direccionar para o caixote do lixo.
Nos dias anteriores a esta peripécia, resolvi sair de casa com uma torrada com manteiga na mão, que acabou a barrar o meu casaco, quando tentei prevenir que acabasse no chão. A boa noticia é que ainda consegui apanha-la e come-la, o meu casaco não ficou bonito.
Para além destas peripécias diárias, já tive uma das minhas aventuras burocráticas, que só são mais divertidas no estrangeiro porque as pessoas por aqui pelo menos andam mais bem dispostas, e é mais difícil irritar-me com elas. Portanto a simples acção de ir a um edifício x para fazer um cartão, que na vida do cidadão comum demoraria 15 minutos (com o tempo de ida e volta ao edifício incluído), transformou-se numa interessante viagem de hora e meia a percorrer mais edifícios do que eu sabia que existiam na Universidade de Bangor (nenhum deles, relativo a uma faculdade sequer, só para perceberem).
Fun life.
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